quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

Carta de um filhe de uma enfermeira, que vale a pena ler.


 Quando vens para casa mama? Sei que o covidário é uma nova casa para ti, mas queria tanto ouvir uma das tuas historias adormecer! É verdade que estás a salvar as pessoas que andavam sem máscara na rua? Vi na televisão que sim! Ontem quando chegaste eu já estava a dormir, mas senti o teu beijinho na minha bochecha! Desta vez está a ser mais difícil, mas peço menos vens dormir a casa e às vezes ainda conseguimos estar juntos durante uma hora pequenina antes de aterrares de cansaço no sofá! Sabias que és muito bonita até quando dormes!?

Posso ser como tu quando eu for grande’ o papá diz que salvas muitas vidas durante o dia e eu quero salvar o mundo!  

O COVID mudou as nossas Vidas mas tu serás sempre a minha inspiração! No teu abraço sento-me seguro!

P.s. – sábado fazemos panquecas? Por favorzinho!???


quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Depois disto tudo passar, não sei se quero mais ser enfermeira.”


 

Esta é apenas um de dezenas de testemunhos que se multiplicam nas redes sociais nas últimas horas.

Exaustos. É assim que os profissionais da saúde portugueses se encontram. Alguns, inclusive, dizem que não sabem se querem continuar a exercer quando tudo isto passar. Outros relatam que não querem palmas à varanda, apenas que toda a gente fique em casa sempre que possível. Porém, as imagens que se têm visto são reais cheias, festas privadas e exceções ao confinamento que muitos não compreendem.

Fiquem em casa

https://www.nit.pt/fit/saude/depois-disto-tudo-passar-nao-sei-se-quero-mais-ser-enfermeira?fbclid=IwAR2JrYeGA9nyWvo6OVNwzDXzOwTh-2LOov5UvKW-bmRR9NKLFYmc1cHubfI 


terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Triste realidade


 Coloquei está foto com um casal tão feliz a andar de trotinete no passeio e as mesmas lá ficam (em cima do passeio) abandonadas impedindo a passagem das pessoas de cadeiras de rodas de cegos e de pessoas com baixa visão.